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La Coctelera
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Enlaces para el verano

Uns cantos enlaces para pasar o verán e para preparar o novo curso.
Penso que estamos no momento do cambio. O curriculo por competencias báscias é unha oportunidade para re-avaliar como traballamos.

http://learning-with-computers.blogspot.com/
http://www.tinglado.net/wiki/index.php/Para_qué_sirve_un_blog_de_aula
http://centros.edu.xunta.es/cfr/ferrol/moodle/course/category.php?id=5 - cursos 2007 - 2008 Unha visión - convidado - pwd- ferrol

Un estilo de presentación fabuloso para utilizar nas nosas aulas.

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Axenda das sesións de Gales

Presentamos a axenda da 2ª parte da actividade Unha Visión Europea do traballo por competencias

MEETING THE SKILLS AGENDA
Galicia Wednesday 11 June 2008 1800 - 2100 hours

AGENDA
DAY 1


1800 - 1830 The 4 guest speakers introduce themselves

Short film on Wales

The system for the development of skills in Wales - Jeff Moses

1830 - 1845 Key Skills wish list activity - Steve Bell

1845 - 1915 National Standards for the 3 main Key Skills - Steve Bell

1915 - 1945 National Standards for the Wider Key Skills - Mary Crandon

1945 - 1955 Introduction to embedding Key Skills - Jeff Moses

1955 - 2030 Examples of embedding Key Skills within subjects

2030 - 2040 Plenary - preparing for tomorrow - Mary Crandon

2040 Close

Galicia Thursday 12 June 2008 1800 - 2100 hours

AGENDA

DAY 2

1800 - 1805 Introduction - Jeff Moses and Mary Crandon

1805 - 1835 The Welsh Baccalaureate Qualification - Ross Thomas

1835 - 1925 Is my school ready for the skills agenda?

- activity led by Steve Bell and Ross Thomas

1925 - 1950 Critical Success Factors - Jeff Moses and Mary Crandon

1950 - 2010 What are my school’s priorities?

– activity led by Jeff Moses

2010 - 2025 Feedback to whole group on priorities

– activity led by Mary Crandon

2025 - 2045 Question and answer session – all 4 speakers

2045 Close

Para esta segunda sesión sería interesante que trouxeramos as nosas programacións a fin de contrastarlas.

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F0702005 Unha vision Europea do traballo por competencias (III)

Un pouco de información sobre os sistemas educativas dos paises que nos visitarán para a nosa actividade.


Portugal


Información de Portugal de Eurydice

Ministerio de educación de portugal

-

Diagrama do sistema educativo português

Educação Pré-escolar

A educação pré-escolar destina-se a crianças com idades compreendidas entre os 3 anos e a entrada na escolaridade obrigatória; é de frequência facultativa e é ministrada em jardins-de-infância públicos ou privados. Os jardins-de-infância públicos são gratuitos.

Escolaridade Obrigatória - Ensino Básico

Níveis

Anos de Escolaridade

Idade

1º Ciclo

1.º - 4.º

6-10 anos

2º Ciclo

5.º - 6.º

10-12 anos

3º Ciclo

7.º - 9.º

12-15 anos

A escolaridade é obrigatória dos 6 aos 15 anos de idade. Os alunos que tenham atingido a idade limite da escolaridade obrigatória sem terem concluído o 3.º ciclo podem prosseguir estudos, através de diversas modalidades de educação de jovens e adultos.

No 1.º ciclo, o ensino visa o desenvolvimento de competências básicas definidas para este nível de ensino. Com a implementação da escola a tempo inteiro, as escolas funcionam no mínimo oito horas por dia, o que permite oferecer actividades de enriquecimento curricular, incluindo o ensino de Inglês no 3.º e 4.º anos e o apoio ao estudo para todos os alunos ( de carácter obrigatório), bem como a actividade física e desportiva, o ensino da música e outras expressões artísticas, o ensino do inglês ou outras línguas estrangeiras desde o 1.º ano.
Funciona em regime de monodocência, havendo a possibilidade de recurso a professores especializados em determinadas áreas.

No 2.º ciclo, o ensino está organizado por disciplinas e áreas de estudo de carácter pluridisciplinar.

No 3.º ciclo, o ensino está organizado por disciplinas. Tem por objectivos principais a aquisição de conhecimentos e competências indispensáveis ao ingresso na vida activa e ao prosseguimento de estudos.

O 2º. e o 3º. ciclos funcionam em regime de pluridocência, com professores especializados nas diferentes disciplinas.
O ensino das TIC é obrigatório no 9.º ano de escolaridade.
No ensino básico os alunos são sujeitos à avaliação sumativa interna. Para conclusão do 3.º ciclo os alunos são submetidos a uma avaliação sumativa externa, através de exames nacionais, nas disciplinas de Português e Matemática.
Aos alunos que completam com sucesso o 3.º ciclo é atribuído o diploma do ensino básico.

O ensino público é gratuito.

Ensino Secundário

Tipo de Curso

Ano de Escolaridade

Idade

Científico-humanísticos
Tecnológicos
Artísticos especializados
Profissionais

10.º, 11.º, 12.º

15-18 anos

Para acederem a qualquer curso do ensino secundário os alunos devem ter concluído a escolaridade obrigatória ou possuir habilitação equivalente.
O ensino secundário está organizado segundo formas diferenciadas, orientadas quer para o prosseguimento de estudos quer para o mundo do trabalho. O currículo dos cursos de nível secundário tem um referencial de três anos lectivos e compreende:

  • cursos científico - humanísticos - 5 tipos de cursos vocacionados essencialmente para o prosseguimento de estudos de nível superior;
  • cursos tecnológicos - 10 cursos que visam o ingresso no mundo do trabalho, permitindo, no entanto, o prosseguimento estudos em cursos pós -secundários não superiores ou, ainda, no ensino superior;
  • cursos artísticos especializados - organizados nas áreas de artes visuais, audiovisuais, dança e música, têm como objectivo assegurar formação artística especializada, permitindo a entrada no mundo do trabalho, ou o prosseguimento de estudos em cursos pós - secundários não superiores ou, ainda, no ensino superior;
  • cursos profissionais - estruturados por diferentes áreas, são organizados em módulos, correspondendo a 3100 horas de formação. Estes cursos destinam-se a proporcionar a entrada no mundo do trabalho, facultando também o prosseguimento de estudos em cursos pós – secundários não superiores ou, ainda, no ensino superior.

Para conclusão de qualquer curso de nível secundário os alunos estão sujeitos a uma avaliação sumativa interna. Para além dessa avaliação, os alunos dos cursos científico-humanísticos são também submetidos a uma avaliação sumativa externa, através da realização de exames nacionais em determinadas disciplinas previstas na lei.

Aos alunos que tenham completado este nível de ensino é atribuído um diploma de estudos secundários. Os cursos tecnológicos, artísticos especializados e profissionais conferem ainda um diploma de qualificação profissional de nível 3.

No ensino público, os alunos têm que pagar uma pequena propina anual.

Ensino Pós -secundário não superior

Os cursos de especialização tecnológica (CET) possibilitam percursos de formação especializada em diferentes áreas tecnológicas, permitindo a inserção no mundo do trabalho ou o prosseguimento de estudos de nível superior.

A conclusão com aproveitamento de um curso de especialização tecnológica confere um diploma de especialização tecnológica (DET) e qualificação profissional de nível 4, podendo ainda dar acesso a um certificado de aptidão profissional (CAP).

Educação e Formação de Jovens e Adultos

A educação e formação de jovens e adultos oferece uma segunda oportunidade a indivíduos que abandonaram a escola precocemente ou que estão em risco de a abandonar, bem como àqueles que não tiveram oportunidade de a frequentar quando jovens e, ainda, aos que procuram a escola por questões de natureza profissional ou valorização pessoal, numa perspectiva de aprendizagem ao longo da vida.

No sentido de proporcionar novas vias para aprender e progredir surge a Iniciativa “Novas Oportunidades” que tem como objectivo alargar o referencial mínimo de formação ao 12.º ano de escolaridade e cuja estratégia assenta em dois pilares fundamentais:
tornar o ensino profissionalizante uma opção efectiva para os jovens e elevar a formação de base da população activa.

As diferentes modalidades de educação e formação de jovens e adultos permitem adquirir uma certificação escolar e/ou uma qualificação profissional e, ainda, o prosseguimento de estudos de nível pós -secundário ou o ensino superior.

A educação e formação de jovens e adultos compreende as seguintes modalidades:

  • Sistema de reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC), adquiridas ao longo da vida, por via formal, informal e não - formal, proporcionando aos alunos melhorar a sua formação e obter um diploma escolar e/ou profissional. Este sistema tem lugar nos Centros Novas Oportunidades, disseminados por todo o país.
  • Cursos de educação e formação (a partir dos 15 anos);
  • Cursos de educação e formação de adultos (a partir dos 18 anos);
  • Sistema nacional de aprendizagem, em regime de alternância, da responsabilidade do Instituto de Emprego e Formação Profissional (a partir dos 15 anos);
  • Ensino recorrente (a partir dos 15 anos ou 18 anos de idade, para o ensino básico ou ensino secundário, respectivamente);
  • “Acções S@bER +” (a partir dos 18 anos);

Ensino Superior

O ensino superior está estruturado de acordo com os princípios da Declaração de Bolonha e visa assegurar uma sólida preparação científica, cultural e tecnológica que habilite para o exercício de actividades profissionais e culturais e o desenvolvimento das capacidades de concepção, de inovação e de análise crítica. Em Portugal contempla o ensino universitário e o ensino politécnico, ministrados por instituições públicas, não públicas e cooperativas.

Para se candidatarem ao ensino superior através do concurso nacional, os estudantes devem possuir curso de ensino secundário ou habilitação equivalente, ter realizado as provas de acesso exigidas para cada curso e satisfazer os pré - requisitos, quando aplicável.
O ingresso em cada instituição de ensino superior está sujeito a numerus clausus.

Têm ainda acesso ao ensino superior, os maiores de 23 anos que, não sendo titulares da habilitação de acesso ao ensino superior, façam prova de capacidade para a sua frequência, através da realização de provas específicas, organizadas pelos respectivos estabelecimentos de ensino superior.

No ensino superior são conferidos os graus académicos de licenciatura, mestrado e doutoramento, sendo o grau de doutor apenas atribuido pelas universidades.

No ensino politécnico o ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado tem uma duração de seis semestres curriculares, correspondentes a 180 créditos, enquanto no ensino universitário a sua duração varia entre seis e oito semestres curriculares, correspondentes a 180 ou 240 créditos.

O ciclo de estudos conducente ao grau de mestre tem uma duração compreendida entre três e quatro semestres curriculares, correspondentes a 90 ou 120 créditos.

O grau de doutor, é atribuído aos que tenham obtido aprovação nas unidades curriculares do curso de doutoramento, quando exista, e no acto público de defesa da tese.
Os estabelecimentos de ensino superior podem ainda realizar cursos de especialização tecnológica, de ensino pós – secundário não superior.
O ensino superior está sujeito ao pagamento de propinas, cujo montante é definido, entre um valor mínimo e máximo, pelas diferentes universidades ou institutos politécnicos, em função da natureza dos cursos.

Para mais informações consultar http://www.min-edu.pt/.
Sobre o ensino superior consultar http://www.mctes.pt/ .

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F0702005 Unha Visión Europea do traballo por competencias (IV)

Seguindo coas actividades desenvolvidas pola CFR presentamos unha visión do sistema educacitivo Galés.

Pode consultar todo o documento na seguinte dirección:

www.mepsyd.es/redele/Biblioteca2007/elmundo/reinounido.pdf

Inglaterra y Gales

La enseñanza obligatoria ocupa 11 años. Los niños deben iniciar su escolarización al inicio del trimestre escolar siguiente a su quinto cumpleaños. Sin embargo, la mayoría se incorporan al colegio al inicio de ese mismo curso.

En los últimos años el ministerio ha incrementado notablemente la provisión de plazas escolares gratuitas para los niños de 3 y 4 años, si bien en la mayoría de los casos los colegios ofrecen todavía solamente media jornada.

La escolarización obligatoria concluye el último viernes de junio del curso académico en que los estudiantes cumplen los 16 años.

La Ley de Reforma Educativa de 1988 implantó un Currículo Nacional (National Curriculum) de obligado seguimiento en todos los centros sostenidos con fondos públicos, que establece las siguientes etapas educativas o Key Stages

Etapa

Cursos

Edad

Primaria

Key Stage 1

Year R

5 a 7 años

Year 1

Year 2

Key Stage 2

Year 3

7 a 11 años

Year 4

Year 5

Year 6

Secundaria obligatoria

Key Stage 3

Year 7

11 a 14 años

Year 8

Year 9

Key Stage 4

Year 10

14 a 16 años

Year 11

Secundaria post-obligatoria

Key Stage 5 o Sixth Form

Year 12 o AS

16 a 18 años

Year 13 o A Levels

En Inglaterra los alumnos han de realizar diferentes exámenes externos al final de cada Key Stage (National Curriculum Tests a los 7, 11 y 14 años y General Certificate of Secondary Education a los 16).

Los resultados de esos exámenes son determinantes a la hora de confeccionar las League Tables, tablas comparativas del rendimiento de los alumnos en los diferentes colegios, que son ampliamente difundidas por los medios de comunicación locales y nacionales y constituyen una referencia muy utilizada por las familias a la hora de decidir el centro educativo para sus hijos.

Las League Tables fueron suprimidas en 2001 tanto en Gales como en Irlanda del Norte y más recientemente en Escocia. Los exámenes externos a los 7 años fueron suprimidos en Gales en 2001 y, más recientemente, un informe promovido por la Asamblea Galesa y presentado en mayo de 2004 aboga por la progresiva sustitución de los exámenes externos de los 11 y 14 años por evaluaciones realizadas por el profesorado.

Una vez concluida la escolarización obligatoria los estudiantes pueden proseguir estudios de carácter académico (General Certificate of Education) popularmente conocidos como A-Levels, enrolarse en diferentes programas de formación profesional (NVQs) o incorporarse al mercado de trabajo.

En septiembre de 2003, 18 centros galeses comenzaron a ofrecen un nuevo tipo de estudios, el Bachillerato Galés, en medio inglés o galés, de uno o dos cursos de duración para jóvenes de 16 a 19 años. Desde entonces 13 centros más se han sumado a este proyecto. Ante los resultados positivos obtenidos de la evaluación realizada en 2006, la Asamblea Nacional Galesa ha decidido seguir aumentando de modo paulatino la oferta de esta modalidad de estudios.

Enlaces interesantes

wales.gov.uk/ - /departments/

wales.gov.uk/ - /education and skills

wales.gov.uk/ - /revised curriculum for wales

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F0702005 Unha vision Europea do traballo por competencias (III)

Un pouco de información sobre os sistemas educativas dos paises que nos visitarán para a nosa actividade.


Portugal


Información de Portugal de Eurydice

Ministerio de educación de portugal

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Diagrama do sistema educativo português

Educação Pré-escolar

A educação pré-escolar destina-se a crianças com idades compreendidas entre os 3 anos e a entrada na escolaridade obrigatória; é de frequência facultativa e é ministrada em jardins-de-infância públicos ou privados. Os jardins-de-infância públicos são gratuitos.

Escolaridade Obrigatória - Ensino Básico

Níveis

Anos de Escolaridade

Idade

1º Ciclo

1.º - 4.º

6-10 anos

2º Ciclo

5.º - 6.º

10-12 anos

3º Ciclo

7.º - 9.º

12-15 anos

A escolaridade é obrigatória dos 6 aos 15 anos de idade. Os alunos que tenham atingido a idade limite da escolaridade obrigatória sem terem concluído o 3.º ciclo podem prosseguir estudos, através de diversas modalidades de educação de jovens e adultos.

No 1.º ciclo, o ensino visa o desenvolvimento de competências básicas definidas para este nível de ensino. Com a implementação da escola a tempo inteiro, as escolas funcionam no mínimo oito horas por dia, o que permite oferecer actividades de enriquecimento curricular, incluindo o ensino de Inglês no 3.º e 4.º anos e o apoio ao estudo para todos os alunos ( de carácter obrigatório), bem como a actividade física e desportiva, o ensino da música e outras expressões artísticas, o ensino do inglês ou outras línguas estrangeiras desde o 1.º ano.
Funciona em regime de monodocência, havendo a possibilidade de recurso a professores especializados em determinadas áreas.

No 2.º ciclo, o ensino está organizado por disciplinas e áreas de estudo de carácter pluridisciplinar.

No 3.º ciclo, o ensino está organizado por disciplinas. Tem por objectivos principais a aquisição de conhecimentos e competências indispensáveis ao ingresso na vida activa e ao prosseguimento de estudos.

O 2º. e o 3º. ciclos funcionam em regime de pluridocência, com professores especializados nas diferentes disciplinas.
O ensino das TIC é obrigatório no 9.º ano de escolaridade.
No ensino básico os alunos são sujeitos à avaliação sumativa interna. Para conclusão do 3.º ciclo os alunos são submetidos a uma avaliação sumativa externa, através de exames nacionais, nas disciplinas de Português e Matemática.
Aos alunos que completam com sucesso o 3.º ciclo é atribuído o diploma do ensino básico.

O ensino público é gratuito.

Ensino Secundário

Tipo de Curso

Ano de Escolaridade

Idade

Científico-humanísticos
Tecnológicos
Artísticos especializados
Profissionais

10.º, 11.º, 12.º

15-18 anos

Para acederem a qualquer curso do ensino secundário os alunos devem ter concluído a escolaridade obrigatória ou possuir habilitação equivalente.
O ensino secundário está organizado segundo formas diferenciadas, orientadas quer para o prosseguimento de estudos quer para o mundo do trabalho. O currículo dos cursos de nível secundário tem um referencial de três anos lectivos e compreende:

  • cursos científico - humanísticos - 5 tipos de cursos vocacionados essencialmente para o prosseguimento de estudos de nível superior;
  • cursos tecnológicos - 10 cursos que visam o ingresso no mundo do trabalho, permitindo, no entanto, o prosseguimento estudos em cursos pós -secundários não superiores ou, ainda, no ensino superior;
  • cursos artísticos especializados - organizados nas áreas de artes visuais, audiovisuais, dança e música, têm como objectivo assegurar formação artística especializada, permitindo a entrada no mundo do trabalho, ou o prosseguimento de estudos em cursos pós - secundários não superiores ou, ainda, no ensino superior;
  • cursos profissionais - estruturados por diferentes áreas, são organizados em módulos, correspondendo a 3100 horas de formação. Estes cursos destinam-se a proporcionar a entrada no mundo do trabalho, facultando também o prosseguimento de estudos em cursos pós – secundários não superiores ou, ainda, no ensino superior.

Para conclusão de qualquer curso de nível secundário os alunos estão sujeitos a uma avaliação sumativa interna. Para além dessa avaliação, os alunos dos cursos científico-humanísticos são também submetidos a uma avaliação sumativa externa, através da realização de exames nacionais em determinadas disciplinas previstas na lei.

Aos alunos que tenham completado este nível de ensino é atribuído um diploma de estudos secundários. Os cursos tecnológicos, artísticos especializados e profissionais conferem ainda um diploma de qualificação profissional de nível 3.

No ensino público, os alunos têm que pagar uma pequena propina anual.

Ensino Pós -secundário não superior

Os cursos de especialização tecnológica (CET) possibilitam percursos de formação especializada em diferentes áreas tecnológicas, permitindo a inserção no mundo do trabalho ou o prosseguimento de estudos de nível superior.

A conclusão com aproveitamento de um curso de especialização tecnológica confere um diploma de especialização tecnológica (DET) e qualificação profissional de nível 4, podendo ainda dar acesso a um certificado de aptidão profissional (CAP).

Educação e Formação de Jovens e Adultos

A educação e formação de jovens e adultos oferece uma segunda oportunidade a indivíduos que abandonaram a escola precocemente ou que estão em risco de a abandonar, bem como àqueles que não tiveram oportunidade de a frequentar quando jovens e, ainda, aos que procuram a escola por questões de natureza profissional ou valorização pessoal, numa perspectiva de aprendizagem ao longo da vida.

No sentido de proporcionar novas vias para aprender e progredir surge a Iniciativa “Novas Oportunidades” que tem como objectivo alargar o referencial mínimo de formação ao 12.º ano de escolaridade e cuja estratégia assenta em dois pilares fundamentais:
tornar o ensino profissionalizante uma opção efectiva para os jovens e elevar a formação de base da população activa.

As diferentes modalidades de educação e formação de jovens e adultos permitem adquirir uma certificação escolar e/ou uma qualificação profissional e, ainda, o prosseguimento de estudos de nível pós -secundário ou o ensino superior.

A educação e formação de jovens e adultos compreende as seguintes modalidades:

  • Sistema de reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC), adquiridas ao longo da vida, por via formal, informal e não - formal, proporcionando aos alunos melhorar a sua formação e obter um diploma escolar e/ou profissional. Este sistema tem lugar nos Centros Novas Oportunidades, disseminados por todo o país.
  • Cursos de educação e formação (a partir dos 15 anos);
  • Cursos de educação e formação de adultos (a partir dos 18 anos);
  • Sistema nacional de aprendizagem, em regime de alternância, da responsabilidade do Instituto de Emprego e Formação Profissional (a partir dos 15 anos);
  • Ensino recorrente (a partir dos 15 anos ou 18 anos de idade, para o ensino básico ou ensino secundário, respectivamente);
  • “Acções S@bER +” (a partir dos 18 anos);

Ensino Superior

O ensino superior está estruturado de acordo com os princípios da Declaração de Bolonha e visa assegurar uma sólida preparação científica, cultural e tecnológica que habilite para o exercício de actividades profissionais e culturais e o desenvolvimento das capacidades de concepção, de inovação e de análise crítica. Em Portugal contempla o ensino universitário e o ensino politécnico, ministrados por instituições públicas, não públicas e cooperativas.

Para se candidatarem ao ensino superior através do concurso nacional, os estudantes devem possuir curso de ensino secundário ou habilitação equivalente, ter realizado as provas de acesso exigidas para cada curso e satisfazer os pré - requisitos, quando aplicável.
O ingresso em cada instituição de ensino superior está sujeito a numerus clausus.

Têm ainda acesso ao ensino superior, os maiores de 23 anos que, não sendo titulares da habilitação de acesso ao ensino superior, façam prova de capacidade para a sua frequência, através da realização de provas específicas, organizadas pelos respectivos estabelecimentos de ensino superior.

No ensino superior são conferidos os graus académicos de licenciatura, mestrado e doutoramento, sendo o grau de doutor apenas atribuido pelas universidades.

No ensino politécnico o ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado tem uma duração de seis semestres curriculares, correspondentes a 180 créditos, enquanto no ensino universitário a sua duração varia entre seis e oito semestres curriculares, correspondentes a 180 ou 240 créditos.

O ciclo de estudos conducente ao grau de mestre tem uma duração compreendida entre três e quatro semestres curriculares, correspondentes a 90 ou 120 créditos.

O grau de doutor, é atribuído aos que tenham obtido aprovação nas unidades curriculares do curso de doutoramento, quando exista, e no acto público de defesa da tese.
Os estabelecimentos de ensino superior podem ainda realizar cursos de especialização tecnológica, de ensino pós – secundário não superior.
O ensino superior está sujeito ao pagamento de propinas, cujo montante é definido, entre um valor mínimo e máximo, pelas diferentes universidades ou institutos politécnicos, em função da natureza dos cursos.

Para mais informações consultar http://www.min-edu.pt/.
Sobre o ensino superior consultar http://www.mctes.pt/ .

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F0702005 Unha vision Europea do traballo por competencias (II)

A actividade xa ten datas. Aquí tedes a reseña no Diario de Ferrol

Ferrol Viernes 2 de Mayo de 2008


O CFR analizará a visión europea do traballo por competencias

REDACCIÓN > FERROL

A implantación da Lei Orgánica de Educación (LOE), que entrou en vigor no presente curso, trouxo consigo novidades no sistema educativo. O novo concepto de “competencias” como eixo fundamental do traballo docente é unha delas. Para falar deste tema, o CFR de Ferrol organizou un curso que comezará a finais de maio.

Baixo o título “Unha visión europea do traballo por competencias”, a actividade formativa programada polo Centro de Formación e Recursos de Ferrol -adicado á formación do profesorado da cidade e comarca- pretende achegar a experiencia que nesta nova forma de entender a educación, baseada nas devanditas “competencias” teñen outros países como Portugal ou Gales. Así, o curso contará coa intervención de dous relatores lusos, Maria Leonor da Graça Saraiva, profesora na Escola Superior de Educaçao-Instituto Politécnico de Setúbal e Paulo Feytor Pinto, profesor de lingua, asesor de formación do profesorado e Presidente da Dirección da Asociación de Profesores de Portugués dende 1997.

Tamén intervirá na cita Jeff Moses, coordinador de apoio ao desenvolvemento das competencias en centros educativos e do novo bacharelato WBQ en Gales. Traballa directamente con centros para desenvolver metodoloxías de competencias básicas. O convidado galés presentará en Ferrol o programa “Getting Started”, un kit de estratexias para introducir o traballo por tarefas nas programacións das aulas. O curso terá lugar os días 21, 22 e 23 de maio e 11 e 12 de xuño, finalizando o prazo de inscrición o vindeiro 15 de maio. A actividade, que como é habitual terá lugar en horario de tarde, está dirixida ao profesorado de todos os niveis e áreas educativas, segundo informou o CFR.

Metodoloxía > O traballo por competencias é unha nova forma de entender a docencia, “é a forma en que as persoas conseguen mobilizar todos os seus recursos persoais -cognitivos, afectivos, sociais, etc.- para acadar o éxito na resolución dunha tarefa nun contexto definido”, apuntan dende o centro de formación do profesorado ferrolán.

As oito competencias básicas que o alumno ten que adquirir ao longo da súa formación para ser capaz de desenvolverse ante os problemas da vida cotiá son a matemática, comunicación lingüística, coñecemento e interacción co mundo físico, información e competencia dixital, social e cidadá, competencia cultural e artística, para aprender a aprender e autonomía e iniciativa persoal.


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F0702005 Unha visión Europea do traballo por competencias

Se está a organizar unha actividade interesante para todos os que estades pensando en como ides a elaborar ás vosas programacións oara o curso 2008 - 2009 sobre competencias básicas.

A actividade da unha mostra de como están a traballar en Europa. Imos ter representantes de Portugal o Reino Unido e, con sorte, representantes de outros paises coma Francia ou Finlandia.

Como todos sabedes Portugal leva traballando con Competencias Básicas dende fai tempo. No caso do Reino Unido, cada país está a desenvolver as competencias básicas de distinto xeito. Gales está a desenvolver tanto a scundiara, que se pondrá en práctica en Setembro 2008 e o chamado Bacharelato Galés, o WBQ, con pilotaxe en polo menos 200 centros por todo Gales. Inglaterra tamén está a pilotar a súa reforma incidindo nos "Key Skills".

Aquí tedes uns enlaces a exemplos de como traballar cos voso alumnado e de como escribir as vosas programacións.

Cada teñamos datas confirmadas, publicaremos un calendario aquí.

Gales

www.ngfl-cymru.org.uk - Key Skills in Wales. Unha páxina que da unha visión con exemplos de como se pon en práctica as competencias basicas.

http://www.ngfl-cymru.org.uk/vtc/minbeasts/eng/Introduction/default.htm - Un exemplo de actividades. Minibeasts. Unha creación interactiva para traballar os insectos. Ofrece un kit de traballo para traballar na aula ou dende internet

www.dida-delivered.org - Todos os alumn@s de secundaria teñen que crear e completar un portfolio da súa esperiencai educativa. DIda lles explica como. O interese é en desenvolver autonomia, e de aprender a aprender.

http://www.campaign-for-learning.org.uk/cfl/LearningInSchools/Projects/LearningtoLearn/News/CaseStudies/index.asp - Learning to Learn é unha campaña de piulotaxe para centros do RU. Aquí participan 44 colexios e a súa experiencia.

http://www.welshbaccalaureate.org.uk/case-studies - Casos prácticos de centros pilotando o Bacharelaot Galés.

www.dysg.org.uk - A páxina base de como estan a desenvolver as competencias básicas. É un pouco complicado para navegar pero buscando key-skills e exemplos, encontranse cousas interesantes.

RU

www.nwlg.org - Northwest Learning Grid é un portal de aprendizaxe con exemplos e materiais interesantes.

http://www.qca.org.uk/ - O organización en Inglaterra encargada de fomentar, avaliar e certificar o labor docente no Reino Unido. No seu espazo de innovación podemos descargar pdf sobre como están a traballar con competencias básicas.

http://www.qca.org.uk/qca_13575.aspx - A nova curriculum no RU baseado nas competencias básicas.

http://curriculum.qca.org.uk/skills/index.aspx - As competencias básicas que se desenvolverán.

Galicia

A fin de repasar o que implica as competencias básicas no nosos curriculum, aquí tedes a presentación da conselleria de educación.

http://www.edu.xunta.es/ftpserver/portal/DXC/Competencias_basicas.pps

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Novas 03 / 04 / 2008

Xunta coa actualización da colección de revistas Mary Glasgow magazines, chegou a convocatoria das xornadas de APIGA.

As xornadas celebranse o 18 - 20 abril en Silleda.

Aquí tedes o poster e o boletín de inscrición.

Poster APIGA