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O Espazo Das Linguas Estranxeiras No CFR Ferrol

Categoría: Temas da Educación

29 Junio 2008

Enlaces para el verano

Uns cantos enlaces para pasar o verán e para preparar o novo curso.
Penso que estamos no momento do cambio. O curriculo por competencias báscias é unha oportunidade para re-avaliar como traballamos.

http://learning-with-computers.blogspot.com/
http://www.tinglado.net/wiki/index.php/Para_qué_sirve_un_blog_de_aula
http://centros.edu.xunta.es/cfr/ferrol/moodle/course/category.php?id=5 - cursos 2007 - 2008 Unha visión - convidado - pwd- ferrol

Un estilo de presentación fabuloso para utilizar nas nosas aulas.

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27 Mayo 2008

F0702005 Unha Visión Europea do traballo por competencias (IV)

Seguindo coas actividades desenvolvidas pola CFR presentamos unha visión do sistema educacitivo Galés.

Pode consultar todo o documento na seguinte dirección:

www.mepsyd.es/redele/Biblioteca2007/elmundo/reinounido.pdf

Inglaterra y Gales

La enseñanza obligatoria ocupa 11 años. Los niños deben iniciar su escolarización al inicio del trimestre escolar siguiente a su quinto cumpleaños. Sin embargo, la mayoría se incorporan al colegio al inicio de ese mismo curso.

En los últimos años el ministerio ha incrementado notablemente la provisión de plazas escolares gratuitas para los niños de 3 y 4 años, si bien en la mayoría de los casos los colegios ofrecen todavía solamente media jornada.

La escolarización obligatoria concluye el último viernes de junio del curso académico en que los estudiantes cumplen los 16 años.

La Ley de Reforma Educativa de 1988 implantó un Currículo Nacional (National Curriculum) de obligado seguimiento en todos los centros sostenidos con fondos públicos, que establece las siguientes etapas educativas o Key Stages

Etapa

Cursos

Edad

Primaria

Key Stage 1

Year R

5 a 7 años

Year 1

Year 2

Key Stage 2

Year 3

7 a 11 años

Year 4

Year 5

Year 6

Secundaria obligatoria

Key Stage 3

Year 7

11 a 14 años

Year 8

Year 9

Key Stage 4

Year 10

14 a 16 años

Year 11

Secundaria post-obligatoria

Key Stage 5 o Sixth Form

Year 12 o AS

16 a 18 años

Year 13 o A Levels

En Inglaterra los alumnos han de realizar diferentes exámenes externos al final de cada Key Stage (National Curriculum Tests a los 7, 11 y 14 años y General Certificate of Secondary Education a los 16).

Los resultados de esos exámenes son determinantes a la hora de confeccionar las League Tables, tablas comparativas del rendimiento de los alumnos en los diferentes colegios, que son ampliamente difundidas por los medios de comunicación locales y nacionales y constituyen una referencia muy utilizada por las familias a la hora de decidir el centro educativo para sus hijos.

Las League Tables fueron suprimidas en 2001 tanto en Gales como en Irlanda del Norte y más recientemente en Escocia. Los exámenes externos a los 7 años fueron suprimidos en Gales en 2001 y, más recientemente, un informe promovido por la Asamblea Galesa y presentado en mayo de 2004 aboga por la progresiva sustitución de los exámenes externos de los 11 y 14 años por evaluaciones realizadas por el profesorado.

Una vez concluida la escolarización obligatoria los estudiantes pueden proseguir estudios de carácter académico (General Certificate of Education) popularmente conocidos como A-Levels, enrolarse en diferentes programas de formación profesional (NVQs) o incorporarse al mercado de trabajo.

En septiembre de 2003, 18 centros galeses comenzaron a ofrecen un nuevo tipo de estudios, el Bachillerato Galés, en medio inglés o galés, de uno o dos cursos de duración para jóvenes de 16 a 19 años. Desde entonces 13 centros más se han sumado a este proyecto. Ante los resultados positivos obtenidos de la evaluación realizada en 2006, la Asamblea Nacional Galesa ha decidido seguir aumentando de modo paulatino la oferta de esta modalidad de estudios.

Enlaces interesantes

wales.gov.uk/ - /departments/

wales.gov.uk/ - /education and skills

wales.gov.uk/ - /revised curriculum for wales

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16 Mayo 2008

F0702005 Unha vision Europea do traballo por competencias (III)

Un pouco de información sobre os sistemas educativas dos paises que nos visitarán para a nosa actividade.


Portugal


Información de Portugal de Eurydice

Ministerio de educación de portugal

-

Diagrama do sistema educativo português

Educação Pré-escolar

A educação pré-escolar destina-se a crianças com idades compreendidas entre os 3 anos e a entrada na escolaridade obrigatória; é de frequência facultativa e é ministrada em jardins-de-infância públicos ou privados. Os jardins-de-infância públicos são gratuitos.

Escolaridade Obrigatória - Ensino Básico

Níveis

Anos de Escolaridade

Idade

1º Ciclo

1.º - 4.º

6-10 anos

2º Ciclo

5.º - 6.º

10-12 anos

3º Ciclo

7.º - 9.º

12-15 anos

A escolaridade é obrigatória dos 6 aos 15 anos de idade. Os alunos que tenham atingido a idade limite da escolaridade obrigatória sem terem concluído o 3.º ciclo podem prosseguir estudos, através de diversas modalidades de educação de jovens e adultos.

No 1.º ciclo, o ensino visa o desenvolvimento de competências básicas definidas para este nível de ensino. Com a implementação da escola a tempo inteiro, as escolas funcionam no mínimo oito horas por dia, o que permite oferecer actividades de enriquecimento curricular, incluindo o ensino de Inglês no 3.º e 4.º anos e o apoio ao estudo para todos os alunos ( de carácter obrigatório), bem como a actividade física e desportiva, o ensino da música e outras expressões artísticas, o ensino do inglês ou outras línguas estrangeiras desde o 1.º ano.
Funciona em regime de monodocência, havendo a possibilidade de recurso a professores especializados em determinadas áreas.

No 2.º ciclo, o ensino está organizado por disciplinas e áreas de estudo de carácter pluridisciplinar.

No 3.º ciclo, o ensino está organizado por disciplinas. Tem por objectivos principais a aquisição de conhecimentos e competências indispensáveis ao ingresso na vida activa e ao prosseguimento de estudos.

O 2º. e o 3º. ciclos funcionam em regime de pluridocência, com professores especializados nas diferentes disciplinas.
O ensino das TIC é obrigatório no 9.º ano de escolaridade.
No ensino básico os alunos são sujeitos à avaliação sumativa interna. Para conclusão do 3.º ciclo os alunos são submetidos a uma avaliação sumativa externa, através de exames nacionais, nas disciplinas de Português e Matemática.
Aos alunos que completam com sucesso o 3.º ciclo é atribuído o diploma do ensino básico.

O ensino público é gratuito.

Ensino Secundário

Tipo de Curso

Ano de Escolaridade

Idade

Científico-humanísticos
Tecnológicos
Artísticos especializados
Profissionais

10.º, 11.º, 12.º

15-18 anos

Para acederem a qualquer curso do ensino secundário os alunos devem ter concluído a escolaridade obrigatória ou possuir habilitação equivalente.
O ensino secundário está organizado segundo formas diferenciadas, orientadas quer para o prosseguimento de estudos quer para o mundo do trabalho. O currículo dos cursos de nível secundário tem um referencial de três anos lectivos e compreende:

  • cursos científico - humanísticos - 5 tipos de cursos vocacionados essencialmente para o prosseguimento de estudos de nível superior;
  • cursos tecnológicos - 10 cursos que visam o ingresso no mundo do trabalho, permitindo, no entanto, o prosseguimento estudos em cursos pós -secundários não superiores ou, ainda, no ensino superior;
  • cursos artísticos especializados - organizados nas áreas de artes visuais, audiovisuais, dança e música, têm como objectivo assegurar formação artística especializada, permitindo a entrada no mundo do trabalho, ou o prosseguimento de estudos em cursos pós - secundários não superiores ou, ainda, no ensino superior;
  • cursos profissionais - estruturados por diferentes áreas, são organizados em módulos, correspondendo a 3100 horas de formação. Estes cursos destinam-se a proporcionar a entrada no mundo do trabalho, facultando também o prosseguimento de estudos em cursos pós – secundários não superiores ou, ainda, no ensino superior.

Para conclusão de qualquer curso de nível secundário os alunos estão sujeitos a uma avaliação sumativa interna. Para além dessa avaliação, os alunos dos cursos científico-humanísticos são também submetidos a uma avaliação sumativa externa, através da realização de exames nacionais em determinadas disciplinas previstas na lei.

Aos alunos que tenham completado este nível de ensino é atribuído um diploma de estudos secundários. Os cursos tecnológicos, artísticos especializados e profissionais conferem ainda um diploma de qualificação profissional de nível 3.

No ensino público, os alunos têm que pagar uma pequena propina anual.

Ensino Pós -secundário não superior

Os cursos de especialização tecnológica (CET) possibilitam percursos de formação especializada em diferentes áreas tecnológicas, permitindo a inserção no mundo do trabalho ou o prosseguimento de estudos de nível superior.

A conclusão com aproveitamento de um curso de especialização tecnológica confere um diploma de especialização tecnológica (DET) e qualificação profissional de nível 4, podendo ainda dar acesso a um certificado de aptidão profissional (CAP).

Educação e Formação de Jovens e Adultos

A educação e formação de jovens e adultos oferece uma segunda oportunidade a indivíduos que abandonaram a escola precocemente ou que estão em risco de a abandonar, bem como àqueles que não tiveram oportunidade de a frequentar quando jovens e, ainda, aos que procuram a escola por questões de natureza profissional ou valorização pessoal, numa perspectiva de aprendizagem ao longo da vida.

No sentido de proporcionar novas vias para aprender e progredir surge a Iniciativa “Novas Oportunidades” que tem como objectivo alargar o referencial mínimo de formação ao 12.º ano de escolaridade e cuja estratégia assenta em dois pilares fundamentais:
tornar o ensino profissionalizante uma opção efectiva para os jovens e elevar a formação de base da população activa.

As diferentes modalidades de educação e formação de jovens e adultos permitem adquirir uma certificação escolar e/ou uma qualificação profissional e, ainda, o prosseguimento de estudos de nível pós -secundário ou o ensino superior.

A educação e formação de jovens e adultos compreende as seguintes modalidades:

  • Sistema de reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC), adquiridas ao longo da vida, por via formal, informal e não - formal, proporcionando aos alunos melhorar a sua formação e obter um diploma escolar e/ou profissional. Este sistema tem lugar nos Centros Novas Oportunidades, disseminados por todo o país.
  • Cursos de educação e formação (a partir dos 15 anos);
  • Cursos de educação e formação de adultos (a partir dos 18 anos);
  • Sistema nacional de aprendizagem, em regime de alternância, da responsabilidade do Instituto de Emprego e Formação Profissional (a partir dos 15 anos);
  • Ensino recorrente (a partir dos 15 anos ou 18 anos de idade, para o ensino básico ou ensino secundário, respectivamente);
  • “Acções S@bER +” (a partir dos 18 anos);

Ensino Superior

O ensino superior está estruturado de acordo com os princípios da Declaração de Bolonha e visa assegurar uma sólida preparação científica, cultural e tecnológica que habilite para o exercício de actividades profissionais e culturais e o desenvolvimento das capacidades de concepção, de inovação e de análise crítica. Em Portugal contempla o ensino universitário e o ensino politécnico, ministrados por instituições públicas, não públicas e cooperativas.

Para se candidatarem ao ensino superior através do concurso nacional, os estudantes devem possuir curso de ensino secundário ou habilitação equivalente, ter realizado as provas de acesso exigidas para cada curso e satisfazer os pré - requisitos, quando aplicável.
O ingresso em cada instituição de ensino superior está sujeito a numerus clausus.

Têm ainda acesso ao ensino superior, os maiores de 23 anos que, não sendo titulares da habilitação de acesso ao ensino superior, façam prova de capacidade para a sua frequência, através da realização de provas específicas, organizadas pelos respectivos estabelecimentos de ensino superior.

No ensino superior são conferidos os graus académicos de licenciatura, mestrado e doutoramento, sendo o grau de doutor apenas atribuido pelas universidades.

No ensino politécnico o ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado tem uma duração de seis semestres curriculares, correspondentes a 180 créditos, enquanto no ensino universitário a sua duração varia entre seis e oito semestres curriculares, correspondentes a 180 ou 240 créditos.

O ciclo de estudos conducente ao grau de mestre tem uma duração compreendida entre três e quatro semestres curriculares, correspondentes a 90 ou 120 créditos.

O grau de doutor, é atribuído aos que tenham obtido aprovação nas unidades curriculares do curso de doutoramento, quando exista, e no acto público de defesa da tese.
Os estabelecimentos de ensino superior podem ainda realizar cursos de especialização tecnológica, de ensino pós – secundário não superior.
O ensino superior está sujeito ao pagamento de propinas, cujo montante é definido, entre um valor mínimo e máximo, pelas diferentes universidades ou institutos politécnicos, em função da natureza dos cursos.

Para mais informações consultar http://www.min-edu.pt/.
Sobre o ensino superior consultar http://www.mctes.pt/ .

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5 Mayo 2008

F0702005 Unha vision Europea do traballo por competencias (II)

A actividade xa ten datas. Aquí tedes a reseña no Diario de Ferrol

Ferrol Viernes 2 de Mayo de 2008


O CFR analizará a visión europea do traballo por competencias

REDACCIÓN > FERROL

A implantación da Lei Orgánica de Educación (LOE), que entrou en vigor no presente curso, trouxo consigo novidades no sistema educativo. O novo concepto de “competencias” como eixo fundamental do traballo docente é unha delas. Para falar deste tema, o CFR de Ferrol organizou un curso que comezará a finais de maio.

Baixo o título “Unha visión europea do traballo por competencias”, a actividade formativa programada polo Centro de Formación e Recursos de Ferrol -adicado á formación do profesorado da cidade e comarca- pretende achegar a experiencia que nesta nova forma de entender a educación, baseada nas devanditas “competencias” teñen outros países como Portugal ou Gales. Así, o curso contará coa intervención de dous relatores lusos, Maria Leonor da Graça Saraiva, profesora na Escola Superior de Educaçao-Instituto Politécnico de Setúbal e Paulo Feytor Pinto, profesor de lingua, asesor de formación do profesorado e Presidente da Dirección da Asociación de Profesores de Portugués dende 1997.

Tamén intervirá na cita Jeff Moses, coordinador de apoio ao desenvolvemento das competencias en centros educativos e do novo bacharelato WBQ en Gales. Traballa directamente con centros para desenvolver metodoloxías de competencias básicas. O convidado galés presentará en Ferrol o programa “Getting Started”, un kit de estratexias para introducir o traballo por tarefas nas programacións das aulas. O curso terá lugar os días 21, 22 e 23 de maio e 11 e 12 de xuño, finalizando o prazo de inscrición o vindeiro 15 de maio. A actividade, que como é habitual terá lugar en horario de tarde, está dirixida ao profesorado de todos os niveis e áreas educativas, segundo informou o CFR.

Metodoloxía > O traballo por competencias é unha nova forma de entender a docencia, “é a forma en que as persoas conseguen mobilizar todos os seus recursos persoais -cognitivos, afectivos, sociais, etc.- para acadar o éxito na resolución dunha tarefa nun contexto definido”, apuntan dende o centro de formación do profesorado ferrolán.

As oito competencias básicas que o alumno ten que adquirir ao longo da súa formación para ser capaz de desenvolverse ante os problemas da vida cotiá son a matemática, comunicación lingüística, coñecemento e interacción co mundo físico, información e competencia dixital, social e cidadá, competencia cultural e artística, para aprender a aprender e autonomía e iniciativa persoal.


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21 Abril 2008

F0702005 Unha visión Europea do traballo por competencias

Se está a organizar unha actividade interesante para todos os que estades pensando en como ides a elaborar ás vosas programacións oara o curso 2008 - 2009 sobre competencias básicas.

A actividade da unha mostra de como están a traballar en Europa. Imos ter representantes de Portugal o Reino Unido e, con sorte, representantes de outros paises coma Francia ou Finlandia.

Como todos sabedes Portugal leva traballando con Competencias Básicas dende fai tempo. No caso do Reino Unido, cada país está a desenvolver as competencias básicas de distinto xeito. Gales está a desenvolver tanto a scundiara, que se pondrá en práctica en Setembro 2008 e o chamado Bacharelato Galés, o WBQ, con pilotaxe en polo menos 200 centros por todo Gales. Inglaterra tamén está a pilotar a súa reforma incidindo nos "Key Skills".

Aquí tedes uns enlaces a exemplos de como traballar cos voso alumnado e de como escribir as vosas programacións.

Cada teñamos datas confirmadas, publicaremos un calendario aquí.

Gales

www.ngfl-cymru.org.uk - Key Skills in Wales. Unha páxina que da unha visión con exemplos de como se pon en práctica as competencias basicas.

http://www.ngfl-cymru.org.uk/vtc/minbeasts/eng/Introduction/default.htm - Un exemplo de actividades. Minibeasts. Unha creación interactiva para traballar os insectos. Ofrece un kit de traballo para traballar na aula ou dende internet

www.dida-delivered.org - Todos os alumn@s de secundaria teñen que crear e completar un portfolio da súa esperiencai educativa. DIda lles explica como. O interese é en desenvolver autonomia, e de aprender a aprender.

http://www.campaign-for-learning.org.uk/cfl/LearningInSchools/Projects/LearningtoLearn/News/CaseStudies/index.asp - Learning to Learn é unha campaña de piulotaxe para centros do RU. Aquí participan 44 colexios e a súa experiencia.

http://www.welshbaccalaureate.org.uk/case-studies - Casos prácticos de centros pilotando o Bacharelaot Galés.

www.dysg.org.uk - A páxina base de como estan a desenvolver as competencias básicas. É un pouco complicado para navegar pero buscando key-skills e exemplos, encontranse cousas interesantes.

RU

www.nwlg.org - Northwest Learning Grid é un portal de aprendizaxe con exemplos e materiais interesantes.

http://www.qca.org.uk/ - O organización en Inglaterra encargada de fomentar, avaliar e certificar o labor docente no Reino Unido. No seu espazo de innovación podemos descargar pdf sobre como están a traballar con competencias básicas.

http://www.qca.org.uk/qca_13575.aspx - A nova curriculum no RU baseado nas competencias básicas.

http://curriculum.qca.org.uk/skills/index.aspx - As competencias básicas que se desenvolverán.

Galicia

A fin de repasar o que implica as competencias básicas no nosos curriculum, aquí tedes a presentación da conselleria de educación.

http://www.edu.xunta.es/ftpserver/portal/DXC/Competencias_basicas.pps

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11 Marzo 2008

LE - Todos podemos traballar xuntos.

O sitio web http://www.teachernet.gov.uk/teachingandlearning/library/Languages/ da unha visión da aprendizaxe das linguas ,(evidentemente dende a punto de vista dos centros educativos Ingléses) que nos pode ser interesante especialmente nos centros que intentan integra os departamentos de inglés e francés como seminario de linguas estranxeiras.

Ofrecenos uns exemplos de actividades e do que internet ofrecenos para desenvolver a nosa profesión.

A resaltar e o caso da páxina web da BBC The French Connection pois ofrecenos exemplos de Francés no mundo pero tamén coas referencias en inglés que poden servirnos de exemplo.

Moitas veces recurro a sitios en inglés que falan de España pois teñen a vantaxe de que son textos origiáis falando do mundo Español. Os famosos "lesson plans" poden ser adapatados ós nosos alumnos.

Presento aquí o artigo orixinal editado. (en inglés)

Modern Foreign Languages: harnessing the power of the Web

As the National Languages Strategy (NLS) emphasises, learning languages from an early age enhances the professional and personal opportunities of every child, as well as enriching the cultural and commercial life of the nation. However, as Education Secretary Charles Clarke noted when announcing it, the vast majority of students discontinue language learning in the later years of secondary school.

Beginning to involve children in language learning at a much earlier age and working as creatively as possible to maintain their interest once they reach secondary school have therefore been recognised as key to reversing this situation.

Language-learning for life
The teaching of languages gets a head start with children under the age of 10, who are naturally receptive, curious, attentive to novelty, have few inhibitions about making mistakes and can learn through the medium of simple, childish activities. When teachers use the Internet, even the youngest pupils can discover songs and games in French and German. As teenagers, with language skills acquired almost before they knew it, they will think nothing of emailing penpals in Verona, visiting the virtual Prado museum or chatting with fellow Inter Milan fans. Computer literacy and foreign language literacy are now both life skills designated in our school system. If schoolchildren are taught early language proficiency there is every hope that speaking Spanish or Italian will become as natural to them as surfing the Web.

What's on the Web and how do I find it?
The Internet provides an immense, sometimes daunting, amount of material that can be used in language teaching. You may be looking for activities for planning your own classes, some reassurance about contemporary teaching styles, a ready-made lesson plan or a special idea for a project. There are various ways of getting the information whether you are hunting specifically or just waiting to be inspired. All access to the Internet information highlighted in this article is free.

Where to click first
Teachernet's A to Z list of Useful Sites is a good place to start if you are new to resource-finding on the Internet (you will find the Useful Sites button on the left-hand panel of our homepage). Click and browse by running through the alphabetical list to find, say, the Association for Language Learning site, or put in a search term such as 'language' or 'resource' for results like The Teacher Network, or Schoolzone, which are general websites for teachers, including news, jobs and language teaching resources.

Some sites will offer links to other sites where language teaching resources can be found. The Centre for Information on Language Teaching and Research (CILT) is probably the first stop for these in the UK. It contains the Virtual Language Centre, Lingu@net, which has links to a huge selection of websites for languages teachers, plus information sheets, guidance for using ICT in teaching languages, an online forum and many other features. Another recommended site with material expressly tied in to the national curriculum is Modern Foreign Languages.

When searching independently, enter search terms like 'primary language learning', or 'German fairytales' in a search engine like Google. A broader range of information in other languages can be found by using the international versions of search engines, for example German Google, or Yahoo for France or Spain.

STRONG>Primary language teachers: Internet for information, support and ideas
The National Advisory Centre for Early Language Learning (NACELL) website states that 'one of the aims of foreign language teaching is to help children understand that their mother tongue is not the only means of human communication and the best way to do this is to make the foreign language taught an ordinary part of the child's life at school'.

  • The NACELL site is designed to equip teachers to meet this challenge. Publishing the latest educational research in the area it provides an email forum for primary Modern Foreign Language teachers, a schools network with pilot schemes and a teaching resources section. It is currently offering links to sites with Christmas vocabulary, songs and traditions in many languages.
  • Everyday and fun activities in a foreign language help to move the context of communication outside the classroom. Taking the register, and collecting dinner money can be conducted in Welsh or Arabic. Or you can learn, or even contact, about real schools in other countries through their websites. For French, La Ronde des Ecoles de l'Ain sur le Net unites 40 schools of all shapes and sizes.
  • The Teachingideas site is good for practical activities and language-learning games, plus links to other useful sites.

Secondary language resources: bilingual learning
The Nuffield Enquiry recommended studying a curriculum subject through the medium of a foreign language. Called bilingual learning, this new methodology has been found to raise standards of attainment in curriculum subjects like History, Art or Music as well as improving and integrating a pupil's foreign language capability. From the dozens of wonderful international websites which would lend themselves to this, here are just a few ideas:

  • Spring Day in Europe is a site which invites European schools to register and debate the construction of a European constitution. It can be used to engage with questions of Citizenship and Geography in the target language and also provides a huge database for contacting European school websites.
  • In addition to the chance to visit at a distance, museum sites often contain educationally directed material. See what's on offer at the Louvre and the Munich Pinakothek.
  • Music sites, which sometimes include audio clips, can range from the Berlin Philharmonic to Spanish MTV. Pupils could also send emails to sites which answer their questions about favourite artists.
  • If you want to disguise a more serious debate about culture, cartoons in a foreign language will encourage the shyest teenager to share their opinions. Click here to see The Simpsons in French.

Online lesson plans in foreign languages
As well as fuelling your own creativity, the Internet can supply structured language teaching material. Some places to look for ready-made online lesson plans are TeacherNet's Resource Materials area, and at the BBC Schools site as well as learn.co.uk.

Off to work
Last year the European Year of Languages showed that career information about languages is still geared towards the traditional areas of teaching, translating and interpreting. For pupils already thinking about university and vocational training, scanning a list of Careers Utilising Foreign Languages will challenge preconceived notions about what kind of jobs you can do in a language other than your mother tongue. The Languages National Training Organisation is a prime resource for detailed careers information and guidance; its information-packed website has case studies and downloadable factsheets. Now, when a young adult is confident and can communicate in a foreign language, they will have not just the Web but the world at their fingertips.

Brush up your own language skills
Finally, the Internet can be used for your own benefit too. The following two websites contain selected news articles to help you brush up on your language skills and learn something about the respective countries at the same time.

The BBC's French Connection looks at how French is spoken outside of France and what the language represents to the more than 50 francophone countries around the world. It allows you to download articles as text or audio files, as does the EducationGuardian's language learning section. Here, articles from Spain, France, Germany and Italy are all followed by a glossary to help broaden your vocabulary.

This article was commissioned by TeacherNet's editorial team, independently of DCSF policy teams.

Pode traducirla páxina a francés utilizando os servizos de http://babel.altavista.com/, simplemente, escolles a lingua orixinal o de destino, e listo. Moi útil, ainda que non sei en que medida servenos.

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26 Febrero 2008

Booze: A Young People's Guide - Act. Transversais

Para todos os que seguides os videos que publica TeachersTV, recomendo o video de hoxe pola temática que pode dar debates de cultura actual.

Booze - A young people's Guide.
"A candid view of the highs and lows of drinking, this programme explores the risks that young people expose themselves to when drinking.
Filmed over one Saturday night in England and Tenerife, we follow six young people as they begin their nights out, examining the issues they face as they contemplate whether or not to drink.
These six drinking stories demonstrate the different attitudes that exist towards alcohol among many young British people today."

O interesante do video é as referencia e tópicos do alcol e a asociación do concepto de "festa rachada" con España dende o punto de vista do adolescente inglés.

Tedes uns enlaces para traballar o video.

En xeral son actividades deseñadas para alumnos de 4º ESO e Bacharelato.

De novo sintoo que estes videos non estan dispòñibles en Francés nin con subtitulos. Se alguen ter unha enlace a programas cos mesmos contidos noutras linguas estranxeiras, enviarmelo.

De haber interese, poderíase intentar engadir subtitulos baseados nas actividades propostas. - Pongase en contacto coa asesoría.

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17 Febrero 2008

What do you think? - Que pensez-vous ? - Was denken Sie? - E tí que pensas?

Unha compañeira nosa faloume dun dos gurus da educación en EE.UU. na adquisición das linguas e das LE en xeral. Le a suas teorias e piensar se estades de acordo ou non.

O debate está servido

"Language acquisition does not require extensive use of conscious grammatical rules, and does not require tedious drill."
"A adquisición da lingua no precisa dun uso amplo de regras gramaticais conscentes e non necesita a práctica repetitiva tediosa."
Stephen Krashen
Stephen Krashen

"Acquisition requires meaningful interaction in the target language - natural communication - in which speakers are concerned not with the form of their utterances but with the messages they are conveying and understanding."
"Aquisición necesita unha interacción significativa na lingua de obxeto - A comunicación natural - no que os falantes estan preocupados NON pola forma do seu discurso senón polos mensaxes que transmiten e entenden."
Stephen Krashen

"The best methods are therefore those that supply 'comprehensible input' in low anxiety situations, containing messages that students really want to hear. These methods do not force early production in the second language, but allow students to produce when they are 'ready', recognizing that improvement comes from supplying communicative and comprehensible input, and not from forcing and correcting production."
"Os mellores métodos, polo tanto, o son os que ofrecen 'input comprensible' en situacións de ansiedade baixa ,que conteñen mensaxes que os estudantes realmente queren oir. Estes métodos no impoñen a producción temprana na 2ª linua senón permiten aós estudantes producir cando están preparados para facelo, recoñecendo que a mellora ven de ofrecer input comprensiva e comunicativa, e non por impoñer e correxir a producción."
Stephen Krashen

Como traballades a adquisición de lingua nas súas clases? Comparte a túa experiencia cos teus compañeiros.

http://www.sk.com.br/sk-krash.html - unha traducción simultanea dalgúns das súas teorías.

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Asesoria de Linguas Estranxeiras CFR Ferrol Dir: O Galego Soto S/N, Ferrol 15403 Tel: 981 370541 email: cfr.ferrol.linguasestranxeiras@edu.xunta.es *****

NOTA IMPORTANTE:

Este blog é un esforzo por parte do asesor de LE do CFR de Ferrol por ofrecer un espazo de información, reunión, consulta e comunicación virtual para todos aqueles profesor@s de lingua estranxeira da area de ambito do CFR Ferrol. É un intento de crear unha rede de comunicación onde podamos intercambiar opinións, materiais e tamén da continuidade ó noso labor como profesor@s de LE. *****

NON É UNHA PÁXINA OFICIAL DO CFR, DA XUNTA OU DOUTRO ORGANISMO OFICIAL E NON DEBE CONSIDERARSE COMO TAL.

*****

NOTA DO AUTOR:

***** Pregovos disculpedes os erros ortográficos neste blog, pois o Galego é a miña 3ª lingua! Non sería xusto nin apropiado que escribira o blog unicamente en inglés! *****



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